8 de novembro de 2011

CTI UMA HISTORIA E OUTRA DICA

Estava tudo beleza naquela tarde, tirando as exigências feitas pelo supervisor, clientes e de mim mesmo, o resto estaria tranqüilo. Mas como nem tudo continua um mar de flores para sempre, eu recebi a notícia de que meu pai havia sido hospitalizado no C.T.I de um hospital. Nessa hora coisas começaram a passar por minha cabeça, será que ele vai morrer? Será que desta vez as coisas vão piorar? Como vou fazer lá em casa sem o meu pai por perto? Uma enchurrada de pensamentos vieram como um peso de metal sobre a mente. Quando em meio a todos esses pensamentos escuros eu lembrei de uma frase: "Não devemos viver como se nosso corpo fosse eterno, pois somos uma alma morando em um corpo" pensei que seria muito mais fácil aceitar o fato de perder meu pai para o câncer, dizer para ele que é mais fácil se entregar, desejar que tudo seja rápido e sem dor. Nessas horas queremos o alívio, a maré mais baixa, o que nos pode fazer flutuar. O que não exigi nosso esfoço ou coragem. Nessa hora eu percebi o quanto somos mesquinhos e infantis, e exigimos que Deus nos mime e nos ponha para dormir aconchegados em seus braços. Como podemos aceitar isso? Como podemos simplesmente desejar o conforto das promessas sem clamar por elas, lembrei-me de Neemias, se ele ficasse como eu, ao olhar para as muralhas e cidade em ruínas, e lamentasse ou desejasse que tudo fosse mais fácil, e quando seus pensamentos carregassem seus pés de volta ao chão fazendo com que a realidade estourasse como uma bomba ensurdecedora, gritando que não fomos chamados para se entregar ao comodismo, de esperar que outros lutem nossa luta ao invés de desejar que lutem ao nosso lado. Quando cheguei, vi que o estado do meu velho era ruim, lembrei que não é facil lutar, mas, existe mais longevidade na vitória conquistada com honra, coragem e amor. Foi assim ao longo da história e sempre será, pois se Jesus tivesse desistido ao ver que os que eram seus o haviam rejeitado e chutado o balde, se grandes homens e mulheres ao longo da história tivessem se curvado frente as dificuldade e adiversidades? O que seria do nosso hoje? Então, o que quero dizer para você e para o meu pai, é que: NÃO PAREM DE LUTAR, POR MAIS QUE O UNIVERSO CONSPIRE CONTRA VOCÊ, TALVEZ ESTEJA NO CAMINHO CERTO E SE ESTIVER, ELE QUE FEZ O UNIVERSO ESTARÁ COM VOCÊ ATÉ O FIM, ATÉ QUE OS SÉCULOS SE CONSUMAM. Wemerson

5 de novembro de 2011

SONHO BRASILEIRO

Sonho Brasileiro_Manifesto from box1824 on Vimeo.

Você Conhece Jesus?

Você conhece Jesus?
Jesus não é apenas o Salvador, o Messias, o Médico, o Sacerdote e o Rei. Ele é também o maior revolucionário de todos os tempos. Tanto que alguns cristãos o conhecem como tal. Algumas pessoas desconhecem Cristo enquanto mestre, profeta radical, orador provocativo polêmico - Alguém que mudou todo o curso da história. Ele é pleno de misericórdia e de bondade, e ele ama você de uma forma inexplicável. Ele é zeloso. Considere a conduta de Jesus enquanto esteve na terra. Jesus nunca foi agitador ou rebelde. Embora em todo tempo que viveu como homem desafiasse as tradições dos judeus que viviam com ele. Ele não fazia isso por acaso, fazia decidido, consciente dos seus atos. Alguns dos judeus pela "verdade" que enxergavam, tentaram extinguir A VERDADE que eles não conseguiam ver. Isto explica porque sempre houve uma polêmica entre a "tradição dos anciãos" e os atos de Jesus. Alguém disse certa vez que "um rebelde tenta mudar o passado; um revolucionário tenta mudar o futuro". Jesus Cristo trouxe uma drástica mudança ao mundo. Mudou à visão de homem sobre Deus. Mudou à visão de Deus sobre o homem. Mudou à visão dos homens sobre as mulheres e vice-versa. Cristo veio trazer uma mudança radical ao modo antigo de vida, substituindo por uma nova ordem. Ele veio para trazer um novo pacto - um novo reino - um novo nascimento - uma nova raça - uma nova espécie - uma nova cultura - e uma nova civilização. Leia do princípio ao fim os Evangelhos, e veja o Senhor, o Revolucionário. Em Jesus temos um Homem que recusava render-se as pressões da conformidade religiosa. Um Homem que pregava uma revolução. Um Homem que não tolerava a hipocrisia. Um Homem que não tinha medo de provocar aqueles que tentaram acabar com o evangelho libertador que Ele trouxe para libertar os homens. Onde pretendo chegar? Jesus veio não apenas como Messias, Ungido de Deus, para sarar seu Povo das feridas da queda. Ele não veio apenas como Salvador, pagando uma dívida que não era dEle para perdoar os pecados da humanidade. Ele não veio apenas como Profeta, consolando aflitos e afligindo acomodados. Ele não veio apenas como Sacerdote, representando o homem perante Deus e representando Deus perante o homem. Ele não veio apenas como Rei triunfante sobre toda autoridade e poder. Ele também veio como Revolucionário, quebrando o velho “eu” com o intuito de transformálo em um “eu” novo. Veja seu Senhor, o Revolucionário! Se você quer ser um discípulo do Revolucionário de Nazaré, do Messias Radical, você provavelmente deve estar pensando no seguinte. "Serei curado?" Apenas em Cristo há cura.

Evangelho e Religião

 


Se você pensa que realmente entende o evangelho − não entende, não. Se você pensa que nem começou a entender verdadeiramente  o evangelho − você entende, sim. Por mais importante que seja a nossa “teologização do evangelho”, ela, sozinha, não alcançará nosso mundo. Hoje em dia, as pessoas são inacreditavelmente sensíveis à incoerência e à falsidade. Elas ouvem que o evangelho ensina, e então olham para as nossas vidas e vêem a diferença. Por que devem crer? Temos que reconhecer que o evangelho é algo transformador, e nós simplesmente não somos muito transformados por ele. Não é suficiente dizer às pessoas pós-modernas: “Você não gosta de verdade absoluta? Bem, então vamos  lhe dar ainda mais verdade absoluta!” Mas as pessoas que se esquivam tanto da verdade absoluta precisarão ver maior santidade de vida, a graça na prática, o caráter evangélico e a virtude se desejarem crer. Tradicionalmente, este processo de “percepção do evangelho”, de modo especial quando ocorre corporalmente, é chamado de “reavivamento”. A religião opera segundo o princípio: Eu vou obedecer; por isso, sou aceito (por Deus). O evangelho opera segundo o princípio: Eu sou aceito, por meio da preciosa graça de Deus; por isso, vou obedecer. Duas pessoas vivendo nesses dois princípios podem se sentar uma ao lado da outra na igreja no domingo, tentando fazer as mesmas coisas − ler a Bíblia, obedecer aos Dez Mandamentos, ser ativo na Casa de Deus, e orar − mas por duas motivações completamente diferentes. A religião motiva a pessoa a fazer o que faz por medo, insegurança e virtuosismo, mas o evangelho a motiva a fazer o que faz, cada vez mais, por alegria e gratidão àquele que é o próprio Deus. Tim Keller no livro A Supremacia de Deus em um Mundo Pós-Moderno

O Evangelho de Steve Jobs

Steve

A licença médica de Steve Jobs tomou conta das manchetes.
Mais tarde, sua morte. O Wall Street Journal diz que a nota oficial curta e direta levanta “incertezas sobre o futuro da companhia de tecnologia mais valiosa do mundo”. Essas duas questões – a morte de Jobs e o futuro da Apple – são o foco de todas as reportagens.
Mas eu estou interessado na saúde da nossa cultura, e o que vai acontecer agora que  Steve Jobs deixou o palco pela última vez. Por mais marcante que Steve Jobs tenha sido em diversas áreas – como designer, inovador, (exigente e implacável)líder – sua qualidade mais singular foi a habilidade de articular uma forma perfeitamente secular de esperança.
Nada exemplifica isso melhor do que a logomarca inicial da Apple, que cobria com um arco-íris o mais claro arquétipo da queda e do fracasso da humanidade – o fruto mordido – e se tornou um símbolo de esperança e progresso. Nos anos 2000, quando quase tudo a respeito do mundo globalizado causava intensa ansiedade nos americanos, a única coisa que indiscutivelmente melhorou, e muito, foi a tecnologia pessoal. Em Outubro de 2001, com a poeira do World Trade Center ainda baixando e a explosão da bolha financeira da internet, a Apple apresentou o iPod. Em Janeiro de 2010, das profundezas da recessão, no mesmo mês em que o desemprego ultrapassou os 10% pela primeira vez em uma geração, a Apple apresentou o iPad. Politica, militar e economicamente, a década foi definida por decepção após decepção – e tecnologicamente, foi definida por uma série de eventos elegantemente produzidos em que Steve Jobs, atraindo mais atenção e publicidade a cada vez, subia ao palco com algum milagre em seu bolso. Progresso tecnológico é fruto de incontáveis cientistas, inventores, engenheiros e empresas. Mas a Apple fez algo que quase mais ninguém faz: pôs os frutos de engenharias incrivelmente complexas em formas acessíveis. Antes do crescimento da Apple, avanços na tecnologia computacional normalmente significavam aumento de complexidade e do tamanho do manual que acompanhava o dispositivo. Os anos 90 foram a era da Microsoft, quando os nerds governaram o mundo… porque eram os únicos que sabiam como fazê-lo funcionar. A Apple tornou a tecnologia segura para as pessoas descoladas – e as pessoas normais. Criou produtos que funcionavam, perfeitamente, sem engasgos e com uma boa dose de estilo. Eles melhoravam, sem erro, de uma geração para a outra – não com uma lista cada vez mais longa de características e funções cada vez mais complexas (eu estou falando de você, Microsoft Word), mas em simplicidade. Aperte o único botão do iPad e, quer você tenha 5 ou 95 anos, você pode começar a usá-lo, dispensando praticamente qualquer instrução. Não tem manual. Não é preciso ser nerd. Steve Jobs foi o evangelista desse tipo particular de progresso – e era o evangelista perfeito, pois não tinha outra fonte de esperança. Em seu celebrado discurso aos formandos de Stanford (que é um modelo excelente e elegante para esse tipo de ocasião), ele falou francamente sobre seu diagnóstico inicial de câncer em 2003. Vale a pena ponderar o que Jobs disse e o que não disse: “Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir par ao céu não querem morrer para chegar lá. Mesmo assim, a morte é o destino que todos compartilhamos. Ninguém jamais escapou dela. E é assim que deve ser, pois a morte é, provavelmente, a melhor invenção da vida. É o agente de mudança da vida; ela se livra do antigo para abrir caminho para o novo. Agora, vocês são o novo. Mas um dia, não daqui a muito tempo, vocês vão gradualmente ser tornar o antigo e serão eliminados. Perdoem-me por ser tão dramático, mas isso é a verdade. Seu tempo é limitado, então não perca tempo vivendo a vida de outra pessoa. Não seja limitado por dogmas, o que significa viver pelos resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixe o ruído das opiniões dos outros afogar sua voz, seu coração e sua intuição. Eles já sabem, de alguma forma, o que você verdadeiramente quer se tornar.” Esse é o evangelho de uma época secular. Ele tem a grande virtude de ser baseado apenas naquilo que podemos perceber – não requer revelação ou dogmas. E não promete nada que não possa cumprir – já que só promete a oportunidade de viver sua própria e única vida, uma esperança que é aparentemente realizável, já que é oferecida por alguém que tão espetacularmente sucedeu em seguir “sua voz, seu coração e sua intuição”. Jobs não foi, de forma alguma, a primeira pessoa a articular essa visão de uma vida significante – rapidamente me lembro de Sócrates, Buda e Emerson. Para falar a verdade, abraçar completamente esse evangelho secular requer uma austeridade de espírito que poucos são capazes de nutrir, mesmo que ele soe muito fácil no gramado da Universidade de Stanford. Em uma análise mais profunda, esse evangelho não oferece qualquer esperança que você mesmo não possa criar, e apenas o conforto de ser coerente consigo mesmo. Ao enfrentar tragédias e o mal, ele é estranhamente inerte. Tal discurso seria difícil de aceitar no funeral de Christina Taylor Greene, 9 anos, morta com outros cinco em um ensolarado Sábado em Tucson, Arizona. Não é de se estranhar que Barack Obama, que teve que lidar com esse tipo de luto na semana passada, tenha recorrido a uma visão que só faz sentido se houver mais no mundo do que apenas o que vemos. Menos que isso é de muito pouco conforto. Mas a genialidade de Steve Jobs foi capaz de nos persuadir, pelo menos por algum tempo, que pouco conforto é o suficiente. O mundo – pelo menos aquela parte do mundo em nossos bolsos e bolsas de laptop, os dispositivos que mostram nossas vidas únicas aos outros e nos mostram a nós mesmos – vai melhorar. É nesse sentido em que os velhos clichés de “os fiéis da Apple” ou “o culto do Mac” são verdadeiros. É uma religião de esperança em um mundo desesperado, esperança de que nossa vida ordinária e mortal pode ser elegante e significativa, mesmo que em pouco tempo esteja ultrapassada, empoeirada e descartada como um iPod de 2001. Um amigo meu diz que os seres humanos podem viver quarenta dias sem comida, quatro dias sem água e quatro minutos sem ar. Mas não podemos viver quatro segundos sem esperança. E isso é verdade para as nações também. A licença médica de Jobs foi anunciada no dia de Martin Luther King Jr, e em todo o século XX não houve ninguém que inspirasse mais esperança – genuína, bíblica e movida pela fé – para a nossa cultura do que o Dr. King. Então veio Barack Obama, cuja eleição ratificou muito do que King havia sonhado e lutado – uma esperança genuinamente, se não completamente, cumprida. Mas o presidente Obama deve liderar em um mundo de problemas e terrorismo. Ele precisa se aventurar além do jardim cercado da tecnologia presidido por uma maçã mordida (cujo último design não possui mais o arco-íris, mas simplesmente brilha em inoxidável perfeição). No mesmo dia em que Steve Jobs introduziu o iPad, o presidente Obama discursou no senado, e não havia qualquer “dispositivo mágico revolucionário” a oferecer. No mundo no presidente Obama, nosso mundo, o fruto mordido e amargo é real demais. O evangelho de Steve Jobs é, no fim das contas, um conjunto de belas e polidas promessas vazias.
Mas eu olho para os meus próximos, milhões deles, como ovelhas sem um pastor, que não acreditam em mais nada além do que podem ver, e não consigo deixar de sentir compaixão por eles, e algo de temor também. Agora que Steve Jobs deixou o palco, ainda restou alguém para convencê-los a ter esperança?

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Wemerson Nino

21 de junho de 2011

Designus !: Bijuterias e Pasteis de Vento

Designus !: Bijuterias e Pasteis de Vento: "Hoje eu assisti uma reportagem que uma emissora exibiu sobre o Brasil ocupar a pior posição entre os países que oferecem qualidade nos servi..."

Bijuterias e Pasteis de Vento

Hoje eu assisti uma reportagem que uma emissora exibiu sobre o Brasil ocupar a pior posição entre os países que oferecem qualidade nos serviços prestados e que os três melhores países estava em primeiro os EUA, sendo que todos os impostos cobrados vão para o bolso de politicos ou acabam sendo desviados pelos mesmos para o seu "grande destino", o bolso dos corruptos.
Logo depois desta reportagem me exibem como quem disse "Eu to nem ai" de que o time Brasileiro de Futebol se preparava para embarcar, como se patriotismo fosse futebol e não a luta pelo direitos da população.
Como se não Houvesse uma graça por trás de tudo, como se nos fossemos merecedores do melhor porque somos comportados, bonitinhos ou fazemos o dever de casa.

A graça falsificada é tão comum quanto peles falsa, antiguidades forjadas, bijuterias e pastéis de vento. A tentação do momento é aparência sem conteúdo. Se "mentiras brancas" fossem crime estaríamos lendo isso ou "eu estaria escrevendo isso" direto do presidio. Eu assumo sempre o papel de pecador também junto com outros pecadores. Os Impostores do Espirito sempre preferem as aparências a realidade. A racionalização começa com uma bela olhada no espelho interior. Vixi... Nos não gostamos da visão do que realmente somos, por isso recorremos a cosméticos, a maquiagem, à luz correta e aos acessórios adequados que gerem uma imagem aceitável de nós mesmos.
Valemos de um belo "disfarce para projetar uma imagem positiva de nos mesmo, ou pelo menos uma imagem diferente daquilo que realmente somos. O auto-engano financia o nosso pecado e alimenta o monstro dentro de nos que nos impede de reconhecer o que realmente nos somos.
Nos nus tornamos nossos próprios ilusionistas, e encobrimos a verdade e encorajamos a desonestidade. "Se dissermos que não temos pecado, a nós mesmo nos enganamos, e a verdade não esta em nós" (1º Jo 1:8).
Damos importância ao que não tem importância alguma.
O demônio meridiano da vida cristã é a tentação de perder o eu interior enquanto preservamos a casca externa de comportamento edificante, petencostal ou avivado. E descubro de repente que estou ministrando a Drogados e Aideticos só pra enrriquecer meu curriculo, vejo-me renunciando a sorvete ou carne na quaresma só porque estou querendo perder uns quilinhos a mais. Solto dicas sobre a absoluta prioridade da meditação e da contemplação das coisas de Deus que só para gerar a impressão que sou um homem de oração.
Em algum momento não lembrado perdi a conexão entre a pureza interna de coração e as obras exteriores de devoção. No sentido mais humilhante da palavra, tornei-me um LEGALISTA. Caí vítima do que T.S Eliot Chama de " O MAIOR PECADO DE TODOS": Fazer a coisa certa mas pelos motivos errados.
Talvez o apelo de "Bijuterias e dos pasteis de vento seja tão forte. Um pequeno investimento em decoro e boas obras gera recompensas na comunidade da fé, ADULAÇÃO, LOUVOR, TAPINHAS NAS COSTAS, adicionadas a uma personalidade carismatica e uma aparencia atraente junto com a hipócrisia podem render um apartamento, moveis carro e varios voos para ministrações.
O futuro de um pecador não é negar que ele é pecador mas sim aceitar essa verdade com clareza crescente, regozijando no increveio anseio de Deus de nos resgatar e amar consitentimento no mesmo amor apos sermos errados.



Ideias Estraidas do Livro "O Evangelho Maltrapilho"

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